Os riscos da Vacina contra a Febre Amarela


A Febre Amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um arbovírus (vírus transmitido por artrópodes), que pode levar à morte em cerca de uma semana, se não for tratada rapidamente. “Na febre amarela silvestre, os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes transmitem o vírus e os macacos são os principais hospedeiros. Nessa situação, os casos humanos ocorrem quando uma pessoa não vacinada adentra uma área silvestre e é picada por mosquito contaminado. Na febre amarela urbana, o vírus é transmitido pelos mosquitos Aedes aegypti ao homem”, como explica o Manual de Vigilância Epidemiológica da Febre Amarela, Brasília, 2004.  Disponível em https://goo.gl/DH7hbU

No entanto, há que se tomar cuidado com a vacinação em massa e observar certos cuidados. Explica a Dr.ª Fátima Sanches, ginecologista, obstetra e ex-secretária municipal de saúde de Queimados. “Antes de fazer uso da vacina é importante consultar o seu médico para saber se você está fazendo uso de alguma medicação que possa prejudicar o efeito da vacina e até causar óbito”, salientou.

assista aqui  https://youtu.be/I42IDZ51R0c

Há casos de doenças que mexem com a imunidade do paciente e pessoas com imunidade baixa não podem fazer uso da vacina, acrescentou a Dr.ª “ Há certas doenças que merecem uma atenção maior e uma avaliação médica como: câncer, aids, herpes, lupus,vitiligo,reumatismo, doenças hematológicas (do sangue), renais, cardiopatias, pessoas alérgicas a ovo e a gelatina, Eritromicina e Claramicina ou que  tenham feito cirurgia recentemente. Também não podem tomar a vacina quem está fazendo uso de corticóides (ex.: Predesin, Busonide),  antialérgicos que contenham corticóide, amamentando menores de 6 meses”, explicou. A vacina também não é recomendada para pessoas com mais de 60 anos, mas uma avaliação clínica também se faz necessária, acrescentou.

Por que a Febre Amarela voltou a atingir o Brasil

O crescimento desordenado das cidades invadindo as florestas é o principal fator de risco, conta o técnico em epistemologia da Vigilância Epidemiológica - SVE do gov. federal, Rildo.  “isso tudo se deve ao crescimento infelizmente ainda desordenado das cidades que compõem a Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, inclusive com avanço sobre este cinturão verde-atlântico, ocasionando inevitável aproximação do homem com animais silvestres”, observou.

Um bloqueio entomológico é o melhor a ser feito, depois da vacinação como explica o técnico que trabalha na área de Japeri na Baixada Fluminense. “Este é uma modalidade de trabalho semelhante ao Levantamento de Índice mais Tratamento (LI+T) já praticado nos tempos da antiga Superintendência de Campanhas de Saúde Pública (Sucam). O trabalho consiste em visitar todos os imóveis dos setores dentro da margem com largura de até 600 metros do limite das localidades que margeiam a Mata Atlântica desde Beira Rio, em Japeri, até Laranjal, em Engenheiro Pedreira, limite com a cidade Queimados para o centro urbano”, explicou.

Pesquisadores da Fiocruz fizeram um live ao vivo nesta quinta, 25, para esclarecer dúvidas sobre a doença e a vacina. Na mesa, Rivaldo Venâncio, coordenador de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Fiocruz, Ricardo Lourenço, chefe do Laboratório de Mosquitos Transmissores de Hematozoários do Instituto Oswaldo Cruz e André Siqueira, médico infectologista do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz). Asista aqui.


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