Tropas Federais ainda não chegaram na Baixada


No mesmo dia em que o presidente Michel Temer assinou o decreto que determina intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, já era possível encontrar tropas federais reforçando o patrulhamento em diversos pontos da cidade, principalmente na Zona Sul do Rio de Janeiro. Também foram vistos soldados do Exército patrulhando as principais vias expressas da cidade, como Avenida Brasil, linhas Vermelha e Amarela, além da Rodovia Washington Luiz (BR-040). Já na Baixada Fluminense, nenhum policial pelas ruas e as notícias são as piores e incluem até rebelião em presídio de Japeri, invasão de facção em Queimados, toque de recolher em Belford Roxo, explosão de agência bancária em Caxias, chacinas, entre outros crimes graves. Algumas cidades como Queimados além de ter de pagar com recursos próprios o patrulhamento da cidade também já protocolou mais de cinco pedidos de tropas federais para a cidade mas nenhuma resposta foi obtida, conta o prefeito, Carlos Vilela indignado. " “Estamos nessa guerra há meses, sem nenhuma reação das autoridades, apesar dos meus inúmeros pedidos. Na Rocinha, o governo levou seis dias para agir e foi criticado pela demora. Não podemos ser tratados como cidadãos de segunda classe”, diz. O prefeito criou um gabinete pró-segurança. A ideia é integrar ações locais, estaduais e federais.

Câmara Federal vota hoje (19) o decreto de intervenção federal

O decreto será analisado pela Câmara hoje às 19h. Mas o comando militar do leste afirma que a estrutura já está funcionando. A saída de Roberto Sá da Secretaria de Segurança Pública foi publicada hoje no DO, mas o substituo ainda não foi anunciado. No entanto, especialistas observam que para que a intervenção acontecer à contento, será preciso reservar recursos para a operação. O Governo Federal garante que cada setor vai continuar com seus recursos específicos, ou seja, a folha de pagamento do Estado será paga pelo mesmo e a folha policiais federais será paga pelo Governo Federal. O interventor General Braga neto ainda não apresentou seu plano de ação, mas vale ressaltar que ele pode admitir, demitir e restruturar toda a corporação.


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