Dia Internacional da Mulher é comemorado com flores e gabinete itinerante em Queimados


O Dia Internacional da Mulher instituído há 43 anos, traz histórias de lutas bem mais antigas e no entanto, tão atuais, como a igualdade de direitos e acima de tudo, o respeito, mas para combater tudo isso, vários países comemoram a data com debates, palestras e alguns mimos para elas e em Queimados na Baixada não foi diferente. O dia começou com muita chuva e atrapalhou um pouco a programação a céu aberto, mas não desanimou a vereadora Eloíza Helena que lançou seu gabinete itinerante na praça Nossa Senhora da Conceição na manhã desta quinta, 8 de março.

Durante a manhã, o gabinete ofereceu mais de 300 flores, e 200 pedaços de bolos, mas também falou de direitos das mulheres e agendou visitas em vários bairros, contou a vereadora. "Foi uma experiência ímpar para nossa cidade porque as pessoas se sentem mais próximas dos seus direitos. Estou muito empolgada com o projeto pioneiro na cidade", conta Eloíza. O gabinete já agendou visitas a vários bairros. O agendamento pode ser feito direto pelo ZAP da vereadora 964898714.

O evento contou com a presença do movimento de mulheres da cidade, CEAM - Centro de Especialidades no Atendimento a Mulher, representante da ALED- Associação pela Liberdade de Expressão, coordenadoria de políticas para as mulheres, entre várias autoridades da cidade.

Por conta das chuvas a programação na praça Nossa Senhora da Conceição ficou restrita ao lançamento do gabinete itinerante, mas a coordenadora de políticas públicas para as mulheres, Eliana Leôncio garantiu que fará as atividades em nova data. "Temos o mês inteiro pela frente e vamos sim, retomar as atividades assim que o tempo melhorar", destacou.

Estava previsto testes de glicose, aferição de pressão arterial, vacinação, palestras, marcação de exames preventivos, apresentação de dança, capoeira, entre debates e palestras na praça, mas no Centro de Tratamento de Hipertensão e Diabetes ( CETHID) a programação segue até às 15h com apresentação do coral superação – formado por pacientes com seqüelas de AVC -, aulão de alongamento, palestras sobre autoestima e nutrição, coletas de preventivos e serviços de maquiagem e manicure.

Dia de reflexões - O que mudou para algumas mulheres

Em depoimento durante o evento algumas mulheres destacaram sucesso na carreira, na sociedade, mas também criticaram a falta de respeito das autoridades e fizeram uma “meia culpa” ao se eximir de muitos processos políticos, como foi o caso da empresária e artesã Rosane Fernandes. “É preciso que ocupemos mais nossos espaços na sociedade para garantir nossos direitos”, destacou.

Já a empresária Luciana Pessoa, 48, destacou que a discriminação ainda é um grande vilão para as mulheres. “Por mais que sejamos mais capacitadas sempre somos olhadas com inferioridade. Temos que provar o tempo todo que somos capazes sim”, observou.

A cabeleireira Eliane Siqueira sente na pele a força do preconceito. “Sou mulher, negra e mãe de três filhos. Para conseguir sucesso na minha carreira tive que abrir meu próprio negócio. Hoje estou muito feliz com essa decisão que abriu portas para outras carreiras como ministrar cursos na minha área. Mas foi muito difícil no começo”, lembrou.

Mais de 40 anos de história

A ideia de criar o Dia da Mulher surgiu no final do século XIX e início do século XX nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas femininas por melhores condições de vida e trabalho, e pelo direito de voto.

Em 26 de agosto de 1910, durante a Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas em Copenhaga, a líder socialista alemã Clara Zetkin propôs a instituição de uma celebração anual das lutas pelos direitos das mulheres trabalhadoras.

As celebrações do Dia Internacional da Mulher ocorreram a partir de 1909 em diferentes dias de fevereiro e março, a depender do país. A primeira celebração deu-se a 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, seguida de manifestações e marchas em outros países europeus nos anos seguintes, usualmente durante a semana de comemorações da Comuna de Paris, no final de março.

As manifestações uniam o movimento socialista, que lutava por igualdade de direitos econômicos, sociais e trabalhistas, ao movimento sufragista, que lutava por igualdade de direitos políticos.

No início de 1917, na Rússia, ocorreram manifestações de trabalhadoras por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial.

Os protestos foram brutalmente reprimidos, precipitando o início da Revolução de 1917. A data da principal manifestação, 8 de março de 1917 (23 de fevereiro pelo calendário juliano), foi instituída como Dia Internacional da Mulher pelo movimento internacional socialista.

Na década de 1970, o ano de 1975 foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e o dia 8 de março foi adotado como o Dia Internacional da Mulher pelas Nações Unidas, tendo como objetivo lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, independente de divisões nacionais, étnicas, linguísticas, culturais, econômicas ou políticas. Fonte histórica: Wikipedia

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