Minc no PSB de Molon


O Dep. Estadual Carlos Minc, depois de sair do PT e ficar dois anos sem partido, resolveu esta semana se filiar ao PSB de Molon e irá integrar à direção do partido. Entre os motivos pelos quais resolveu entrar para o partido está o fato do mesmo não apoiar Alckmin e a saída de Romário há um ano. Ele também comemora a saída de outros seis deputados que se filiaram no DEM. Minc acredita que estas mudanças ajudarão a estruturar um novo partido. “Com Molon, Marlos e Julianelli integraremos a direção do PSB/RJ; e o fato do partido não estar envolvido em denúncias de corrupção reforça nossos objetivos de fortalecer uma frente de esquerda e centro esquerda no Rio de Janeiro e no Brasil”, enfatizou. O partido atuou em posições que considera equivocadas como: o impeachment de Dilma e o apoio a Aécio no 2º turno. “ Estamos trabalhando para que nossos deputados, senadores e governadores voltem ao leito progressista, tão importante nestes tempos de ofensiva obscurantista e reacionária”, acrescentou. O dep. Já tinha declarado que não seria mais candidato, mas resolveu voltar atrás. “Eu já havia informado que não mais me candidataria, depois de tantos mandatos, sem nunca ter perdido uma eleição. Eu não havia me preparado para mais uma campanha: não tinha partido, recursos ou apoio de vereadores. No entanto, nestes três anos, mesmo decidido a não concorrer, tocamos o mandato com a garra e a energia de sempre. No entanto, fui convidado por vários partidos e acabei decidindo pelo PSB, depois de ouvir centenas de companheiros (as), e aceitar convite do amigo e parceiro Molon, do senador Capiberibe (AP), meu companheiro de exílio, da senadora Lídice da Mata (BA) e de outros éticos e valorosos parlamentares”, lembrou. Mas para Minc, o que pesou mesmo foi a possibilidade de ajudar a reposicionar o PSB no campo da centro esquerda, sem envolvimento com a Lava Jato. Uma necessidade urgente em tempos de retrocesso e de resistência. E também de reforçar no PSB a área da ecologia e da sustentabilidade, à qual dediquei boa parte da minha vida, e também das lutas libertárias, contra preconceitos e intolerâncias raciais, sexuais, religiosas”. Fnalizou.


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