"Uma celebração à raça" Assim ficou definido o Festival Global Cultural dos Povos Tradicio


"Foi uma celebração à raça", essa talvez seja a melhor declaração feita por uma convidado, ao resumir como foi o Festival Global Cultural dos Povos Tradicionais Africanos e Afro-diaspóricos, que aconteceu entre os dias 19, 20 e 21 de novembro, com mil atividades em diferentes pontos do Rio. Um contingente de pelo menos umas 300 pessoas se revezaram, entre produção, artistas e voluntários para os 3 dias de festa, foi um verdadeiro exemplo de diversidades, pluralidades culturais, religiosas e espirituais. O objetivo do Festival era proporcionar uma melhor e maior integração não só no campo artístico, mas também em todas as ações em defesa da liberdade religiosa e da tolerância, e conseguiu atingir perfeitamente. O projeto tem a chancela do Grupo Pan Africano de Pesquisa Estratégica e Política (PANAFSTRAG), em parceria com CEAP; Arquivo Nacional, Biblioteca Parque, IFCS e UNIRIO.

"Salve, Zumbi! Salve Dandara! Salve todos homens negros e mulheres negras que fizeram de seus corpos instrumentos de resistência contra todas as forças de dominação e hoje nos conduzem nesse intenso processo de descolonização das nossas negras identidades. Acredito, que um dia conseguiremos coexistir pacificamente sem nenhum pressupostos construídos com base na cor da pele", atestou Ivanir do Santos, que representa o PANAFSTRAG. O festival, eclético, ofereceu exposição, palestras defendendo vários temas, como Herança da Espiritualidade Africana, Cultura Afro-Brasileira, Afro-Diaspóricos, entre outros, shows com Jongo da Serrinha, danças com oficinas como o Carimbó, performances incríveis apresentadas pelo coletivo CORPOralidades, e tudo com entrada franca. Em cada atividade, momentos emblemáticos como a roda de conversa, na Biblioteca Parque (Centro) com o Ogã Bangbala, esbanjando vitalidade com 98 anos, há mais de 70 anos defendendo as tradições de matriz africana. Outro exemplo foi com a participação do ex-prefeito de Pinheiral - José de Arimathéia (gestão 2013/16), que foi convidado para ir para o palco e atendeu prontamente: tirou os sapatos, enrolou a bainha da calça jeans e foi dançar sem a menor cerimônia. "Reconheço o trabalho, que virou uma marca cultural da Cidade, com essa riqueza que é o jongo, acabei virando jongueiro...", atestou Arimathéia. A escritora Helena Theodoro, também se acabou no palco, e assim, o Jongo do Pinheiral fechou a grade no Arquivo Nacional, na tarde de quarta, e de lá, todos seguiram apresentação do grupo Tamborzada, que começou por volta das 19h30, no Teatro João Caetano O encerramento veio com misto de liturgia e homenagens. O João Caetano ganhou um cortejo de Oxum logo na entrada, que encaminhou a platéia para o teatro, seguido de uma louvação para Iemanjá, comandados pelo grupo Tamborzada, que passearam ainda por clássicos de Tambor de Crioula, Luiz Gonzaga, Clara Nunes, além de um casal de mestre sala e porta bandeira, que trouxeram um mimo, um casal mirim de 3 e 4 anos para o palco. Sem falar na interatividade entre o grupo e platéia, que foi aguçada à subir no palco para dançar Cacuriá do Maralhão e dança do Caxambú. O desfecho do festival foi de pura emoção e encanto. Alexandre Carvalho, à frente da produção e interlocutor do grupo Padé/UFRJ, fez a fala mais emocionada - "Isso aqui é uma conquista, sem palavras para descrever o que estou sentido...". "E no ano que vem tem mais", finaliza Ivanir dos Santos.


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