Protesto contra a violência hoje em Queimados reúne centenas de pessoas



Mais de 100 pessoas entre parentes e amigos do empresário Marcelo Augusto dono da Casa Verde materiais de construção que foi assassinado na última terça, em frente de casa quando chegava do trabalho em Queimados, movimentou a cidade nesta quinta, 7, em um ato de protesto através de uma passeata logo após o sepultamento, às 17h. Eles caminharam gritando frases como "justiça" pelas ruas da cidade em direção à praça dos Eucaliptos. Na praça os manifestantes deram as mãos e fizeram uma roda gigante e depois seguiram em oração até a porta da casa do Marcelo onde aconteceu o crime e em seguida foram para a porta da delegacia no bairro Fanchen.

Assista a um trecho da manifestação

Manifestação Os moradores também se manifestaram em redes sociais pedindo mais segurança para a cidade e mais atuação do prefeito e dos políticos.

A resposta oficial veio através do discurso efusivo do deputado estadual Max Lemos, eleito no último pleito, pedindo ao novo governador menos discriminação com a cidade que tem um efetivo policial pífio em relação às zona sul da cidade do Rio de Janeiro. O deputado disse que uma de suas principais lutas na Alerj será para acabar com a discriminação que a Baixada Fluminense sofre nas mais variadas áreas em relação à outras regiões do estado, especialmente quando o assunto é segurança pública. “Para se ter uma ideia, a região do 24º BPM (Queimados) tem 896 Km2, cinco municípios e 508 mil habitantes. O efetivo é de 450 PMs. Ou seja: meio policial por KM2. A área do 23º BPM (Ipanema e Leblon) tem 25 Km2 , 141 mil habitantes e um total de 500 policiais. A proporção é de 20 PMs por KM2. Sem falar, nos policiais da UPP da Rocinha. Em síntese: Ipanema e Leblon tem um policiamento 40 vezes maior que o de Queimados. Não é para tirar policiais da Zona Sul, pelo contrário penso até que tem que aumentar o efetivo, uma vez que a região tem um dos litorais mais belos do mundo e, com isso, uma forte vocação turística. O que não pode ocorrer é uma situação desigual e injusta com a Baixada”, enfatizou. Max também externou seus sentimentos de pesar com a morte do amigo de infância. “Foi com muita tristeza que recebi a notícia do falecimento do Marcelo da Casa Verde, mais uma vítima da violência que assola o estado do Rio. Conheço o Marcelinho desde criança. Foi meu vizinho, vi ele crescer. Sempre acompanhava sua família no trabalho e tinha um caráter extraordinário. Infelizmente, o ocorrido com ele na noite de ontem é uma realidade que temos vivido em todos os municípios da Baixada e da Região Metropolitana do Rio”, enfatizou. Na última quarta noticiados a morte de um possível suspeito em invasão da polícia no morro São Simão mas as investigações ainda não são definitivas. O 24ºBPM após denúncia anônima de que marginais oriundos do Morro da Caixa D'água e São Simão estariam envolvidos na morte do empresário Marcelo Augusto Carneiro, proprietário da Loja de Material de Construção Casa Verde, foi desencadeada uma Operação da Policial Militar nas referidas comunidades, onde as guarnições foram recebidas por disparos de armas de fogo por marginais ligados ao tráfico de drogas e roubos na localidade. Na troca de tiros, 05 marginais foram atingidos e socorridos a UPA de Queimados onde não resistiram aos ferimentos, vindo a óbito. A ocorrência foi registrada na 55ª DP a fim de efetuar registro.

Assista ao trecho da manifestação:


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