Confusão na votação do aumento dos salários dos vereadores de Queimados


A câmara municipal de Queimados aprovou em sessão desta quarta,19, dois projetos projetos de Lei: o de nº 304/2019 de autoria da mesa diretora para a revisão anual dos salários dos servidores da casa com 10 votos favoráveis, 3 contra e projeto de Lei nº 306/2019 que trata da revisão dos salários dos vereadore com 9 votos favoráveis e 4 contra. Este aumento representa 5% para os funcionários e 3.49% para os vereadores, gerando um impacto de R$ 328.786,19 (trezentos e vinte e oito mil, setecentos e oitenta e seis reais e dezenove centavos) sobre a folha de pagamentos do funcionalismo público. O orçamento anual da Câmara prevê gastos de R$ 3.176.268,92 com pagamento e subsídios de vereadores e R$ 4.870.279,02 com funcionários em geral. Com estes reajustes, a Câmara passará a gastar com estas duas folhas de pagamento, segundo a previsão de gastos publicado no orçamento anual da casa em torno de R$ 9.694,707,38. (nove milhões, seiscentos e noventa e quatro mil, setecentos e sete reais e trinta e oito centavos). Confusão na hora da votação No entanto, houve uma grande confusão na hora da votação e vereadores que eram contra o aumento de seus próprios salários acabaram votando contra também para o aumento dos salários dos funcionários. Pelo entendimento da mesa, na votação do projeto de Lei de nº 304/2019 que trata do aumento dos salários dos vereadores, apenas 4 vereadores votaram contra a proposta: vereadora Fátima Sanches (MDB), Adriano Moriê (PRP), Wilsinho do Três Fontes (PMDB) e Getúlio do Tutu (PP).

No dia anterior, o vereador Adriano Moriê que retornou à casa este ano, depois de uma longa briga na justiça, se pronunciou contra o projeto de aumento dos vereadores ao alertar que não há necessidade de aumento de salário para uma classe que já ganha tão bem e trabalha tão pouco. “Nossa carga horária é mínima aqui. São apenas dois dias na semana e algumas horas, no entanto, ganhamos muito mais do que a maioria do povo brasileiro”, enfatizou. Nesta votação foram apenas 3 votos contra. Adriano Morie, Maurício do Vila e Cinei (PTB). 

O comentário do nobre vereador foi contesto pelo vereador Tubinho Vira Virou ao destacar que o trabalho do vereador não resume ao plenário da Câmara.

 Outro  que também se confundiu na hora da votação foi o novato Getúlio do Tutu que também retomou seu cargo este ano com a saída de Alex Dornellas (PV). Ele foi contra ao aumento dos salários dos vereadores e acabou votando contra o aumento para os funcionários. A mesa corrigiu o embroglio. 


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