Combate de mosquitos e roedores nos Cemitérios de Mesquita


Equipe de Vigilância Ambiental em saúde vasculha tocas, buracos, jarros, aplica larvicidas e raticida e faz tratamento com carro fumacê.

Trinta Agentes de Combate a Epidemias da Prefeitura de Mesquita executaram na quarta-feira, dia 11, ação de combate a focos de mosquito e roedores nos cemitérios Municipal e no Jardim da Saudade.

O objetivo é combater os insetos transmissores da dengue, zika, chikungunya, e roedores, que é transmissor da leptospirose, através da urina.

O trabalho começou pelo cemitério Municipal de Mesquita, na rua Celso Peçanha, pela manhã e seguiu na parte da tarde para o Jardim da Saudade, na rua da Eternidade. Os agentes fazem varreduras indentificando depósitos com água parada, aplicando larvicidas e tocas, buracos e outros locais, onde colocam raticida.

Depois do tratamento contra os focos de mosquitos transmissores de doenças, para matar as larvas, um veículo circula pelo interior e entorno do local pulverizando o ambiente com aerossol – é o chamado fumacê, destinado a matar o mosquito adulto.

De acordo com o diretor de Vigilância Ambiental e Zoonoses de Mesquita, Sérgio Vigas, essa ação é excutada quinzenalmente nos cemitérios da cidade. Esse trabalho é continuidade do serviço que é executado nas residências, ralos, terrenos baldios e ferros-velhos, onde os agentes aplicam larvicidas para erradicar os insetos transmissores de arboviroses – que são doenças causadas pelos mosquitos. Já na ação de combate aos roedores, eles fazem a identificação de tocas e buracos, onde aplicam raticidas para combater ratos – transmissores de mais de 40 tipos de doenças, destacando-se mais a leptospirose, causada pela urina.

“Esse é um serviço especial para a contenção de epidemias, visando as notificações de casos suspeitos de doença . Isso é importante para evitar que doenças cheguem à população, que também pode ajudar, não deixando água parada. A importância de focar em cemitérios é extrema. Afinal, os mosquitos se reproduzem nas águas paradas dos canteiros, jarros e caixas d’água. Os roedores também se proliferam pela facilidade em encontrar alimentos e de abrir tocas no terreno”, comenta o diretor de vigilância ambiental e zoonose, Sérgio Vigas.


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