Deputado acusa vereadores de golpistas por estarem se reunindo com miliciano que também fez parte de


As eleições nem começaram mas as denúncias apócrifas já estão viralizando na internet. Depois do pronunciamento do Dep. Estadual Max Lemos (MDB) acusando nove vereadores de Queimados de estarem se aliando com milicianos da Baixada e e com o prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa em foto apresentada na sessão de terça (10), na Alerj, outro vídeo apócrifo está rodando nas redes sociais mostrando o deputado chamando o mesmo suposto miliciano de amigo por ocasião de uma reunião política na época de sua campanha para deputado estadual no distrito de Austin em Nova Iguaçu.

O deputado também acusa os vereadores de Queimados de darem um golpe para para afastar o prefeito de Queimados, Carlos de França Vilela (MDB) com o apoio do prefeito da cidade vizinha. O prefeito conseguiu através de liminar, retomar o cargo na última sexta, 12, mas a Câmara abriu uma comissão processante para investigá-lo por improbidade administrativa.

As denúncias encaminhadas à Câmara Municipal pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro denuncia entre outras irregularidades a falta de repasses de mais de R$ 40 milhões do fundo de previdência do município, além de renúncia de receita de mais de R$ 2 milhões. A câmara ainda está questionando a contratação da empresa que está executando os serviços de estacionamento rotativo considerado irregular pela Câmara.

Na sessão desta terça, 15, os vereadores foram à tribuna esbravejar ao dizerem que não aceitavam serem chamados de golpistas e que só estão acatando as denúncias do MP e até de funcionários da própria prefeitura. “É um absurdo estes vídeos apócrifos que estão viralizando na internet e as acusações do deputado nos chamando de golpistas. Golpe é o posto da pedreira estar sem posto de saúde, golpe é não terem utilizado à verba que eu consegui através de emenda parlamentar no valor de R$ 600 mil reais para construir um centro de radiologia no posto da pedreira que além de não ser feito, ainda desativaram o único posto do bairro. Golpe é à maternidade de Queimados estar fechada há anos, o paço municipal com as obras paralisadas enquanto à prefeitura gasta milhões em aluguéis”, destacou o vereador.

O vereador Wilsinho do Três Fontes lembrou que se fosse segredo o encontro com o prefeito Rogério Lisboa não teria sido em local público. “Temos muitos assuntos em comum sim porque nossas divisas com à cidade de Nova Iguaçu estão abandonadas e porque não trabalhar em conjunto com o prefeito de lá. Se fosse segredo não teríamos marcado em local público”, ressaltou, se referindo as fake news lançadas contra os vereadores.

O vereador Júlio do Inconfidência ( PSDB) questionou o prefeito sobre as exigências feitas pela Câmara que até hoje não foram cumpridas pelo prefeito. “É lamentável que um parlamentar desrespeite essa casa legislativa que afinal o ajudou a se eleger e hoje ele os chama de criminosos. O mesmo acontece com o discurso do prefeito de nossa cidade que diz ser improbidade administrativa atender as solicitações da Câmara, como a ordenação da feira livre, asfalto, saúde, entre outros benefícios que são direitos dos cidadãos. Também já questionamos sobre iluminação pública, transportes, estacionamento desordenado, entre outras questões e cumprir estas exigências não é improbidade administrativa, senhor prefeito”, ressaltou o vereador.

O presidente da Câmara, prof. Nilton Moreira (M DB) está reunido com o corpo jurídico da casa para analisar um pedido de agravo de instrumento para derrubar a liminar que devolveu a caneta ao prefeito. "Independente do prefeito estar de volta ao cargo, nossas investigações continuam porque na própria defesa dele, ele confessou todas as imputações que o MP fez. Se observarmos qualquer tipo de obstrução, iremos recorrer aos meios legais para garantir a lisura do processo", destacou. Com todos os seus principais parceiros políticos presos, a saber: Cabral, Pezão e Picciani, o deputado Max Lemos (MDB) ainda está perdendo espaço no seu reduto eleitoral, Queimados, já que a maioria dos vereadores virou oposição e seu sucessor não conseguiu decolar no cargo.

Assista ao vídeo.

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