Mesquita inicia campanha de combate à violência contra a mulher


Palestrante revela que além do risco de feminicídio, mulher também pode ser vítima de racismo e até de violência obstétrica na hora do parto

Começa nesta quarta-feira, dia 20 de novembro, a campanha dos “16 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra Mulheres” – no Brasil, dura 21 dias. Em Mesquita, o pontapé inicial aconteceu nesta terça-feira, dia 19, no Espaço Mulher Mesquitense, na Rua Libânia 195, na Vila Emil. E se deu com uma palestra ministrada pela professora Raquel Cavalcanti Albuquerque. Segundo ela, o objetivo da campanha é combater todos os tipos de violência contra as mulheres, principalmente as negras. E cita, por exemplo, até a violência que pode ser sofrida durante o parto.

Criada em 2008 pela Organização das Nações Unidas (ONU), a campanha procura mobilizar a sociedade civil em todo mundo. No Brasil, as atividades começam em 20 de Novembro, Dia da Consciência Negra, e finalizam no dia 10 de dezembro, data em que se celebra o Dia Internacional dos Direitos Humanos. Em Mesquita, a palestra que abriu as ações teve o tema “Violência tem Cor?”. Promovida pela coordenadoria municipal de Politicas para Mulheres (CMPM), setor comandado por Silvânia Almeida, junto com o setor de Promoção de Igualdade Racial, sob a coordenação do ativista negro Cláudio Macalé, teve apoio da secretaria de Assistência Social, que tem como titular Erika Rangel.

Raquel Cavalcanti disse que a violência contra a mulher acontece em nível nacional e que as principais agressões são física, moral, sexual e até financeira. “É quando se usa o poder de renda para subjugar a mulher”, explica. Segundo Raquel, no Brasil, acontece também o que ela chama de “violência obstétrica”. Isso seria “quando fazem o corte vaginal na hora do parto, mesmo sem ser necessário, na maioria das vezes, e sem consultar a mulher”.

Raquel também cita o feminicídio no Brasil. “A maioria das vítimas é da população negra”, resume. “Aqui, a violência tem cor, sim”, concorda Macalé. Erika Rangel, que destacou a iniciativa da campanha em Mesquita, disse que “historicamente, a violência tem cor e é real. As mulheres negras são as maiores vítimas de vários tipos de violência na nossa sociedade”.

Foto: Gabriel Wilkem/PMM


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