Inea interdita empresas do Distrito Industrial de Queimados por conta de poluição em afluentes do Ri


O Canal de notícias Minha Baixada acompanhou na manhã desta quinta (6), uma operação do Inea (Instituto Estadual do Ambiente no Distrito Industrial de Queimados. O órgão chegou por volta das 6h da manhã e passou por várias empresas do complexo industrial da cidade, juntamente com equipes da polícia ambiental do Estado.

A operação encontrou várias situações irregulares no local. Segundo o presidente do Inea, Carlos Henrique Netto Vaz, a operação passou por seis empresas do distrito industrial e algumas tiveram de prestar depoimento na 55 DP. Nossa equipe acompanhou os depoimentos da Citycol e da Nova Era que funciona junto com a Flash Rio no mesmo terreno. Ambas foram autuadas e interditadas.

Na Citycol, a autuação do Inea alegou falta de estação de tratamento de esgoto que foi interditada parcialmente, mas um representante da empresa destaca que atualmente a empresa não está mais trabalhando a pintura dos tecidos na cidade e que há cerca de dois meses, este trabalho é feito no Sul do estado do estado do Rio.

Já a empresa Nova Era recebe resíduos sólidos oriundos de restos de obras e deposita no terreno temporariamente até a venda para outras empresas, mas não tem licença ambiental do Inea para fazer a terraplenagem do terreno que fica muito próximo do Rio Sarapó, um dos afluentes do Guandu e com essa grande chuva que se abateu sobre a cidade na quinta, os resíduos podem ter entrado em contado com o leito do rio por conta do grande alagamento na região.


Segundo o presidente, ainda não é possível saber de onde esta chegando a poluição através de detergente que atingiu o Guandu nas últimas semanas, mas já se sabe que a grande quantidade de esgoto tem prejudicado a qualidade da água. “Estamos esperando a investigação policial para saber de onde pode ter vindo a poluição do Guandu. Essa é uma das operações de rotina do Inea e estamos intensificando as investigações”, ressaltou o presidente. Queimados tem 13 estações de tratamento de esgoto paralisadas e o esgoto esta sendo jogado in-natura nos rios, lembrou o presidente. O presidente prometeu reivindicar um batalhão da polícia ambiental fiscalizando a região.

No caso da empresa Nova Era, a terraplenagem o acúmulo de resíduos sólidos muito próximos do rio Sarapó é o grande problema enfrentado pela empresa que não possui licença para tal atividade. O Coronel Fábio Pinho, Superintendente Estadual de fiscalização ambiental destacou que o aterramento muito próximo ao rio Sarapó é perigoso e pode poluir esse afluente do Rio Guandu. "Essa empresa não tem licença para realizar este tipo de trabalho. Ela certamente será autuada e multada e o representante terá que responder criminalmente", acrescentou.

Um dos sócios da empresa, Oseias Ferreira recebeu a visita dos técnicos do Inea (Instituto Estadual do Ambiente) com surpresa porque achava que estava atuando dentro da legalidade já que solicitou a prefeitura de Queimados, uma licença para descarte de resíduos sólidos. Ele prestou depoimento na tarde desta quinta (6). Segundo seu advogado, ele esta preparando uma defesa porque ele teria solicitado a licença à prefeitura para atuar na região. "A prefeitura me entregou a licença para a realização do serviço solicitado mas não me avisou que eu precisaria de uma autorização do Inea", ressaltou. A empresa Nova Era atualmente recebe o material de resto de obras para aterrar e construir a nova sede da transportadora Flash Rio no Distrito Industrial de Queimados, ou seja, não é um descarte temporário, estamos aterrando o solo para a construção da sede.

Assista a reportagem completa:


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