A competência é a alma do negócio

Atualizado: 19 de Fev de 2020


Para que as questões ligadas ao Marketing Pessoal, Imagem Pública e Gestão de Carreira possam dar resultado positivo, fica evidente a necessidade da competência. Para a especialista Soeli de Oliveira, Competência é a reunião de um conjunto de conhecimentos (saber), habilidades (saber fazer) e atitudes (querer fazer). Desse modo, de que  maneira a competência pode interferir no sucesso de uma carreira e como pode ser classificada?

A competência pode ser classificada como o bem mais precioso que alguém pode oferecer e o mercado também está de olho nisso. Ele pode vir de berço ou ser adquirido ao longo de sua vida, mas é ele que irá definir o seu lugar no pódio. Você precisa ser competente em todas as áreas da vida, tanto a pessoal quanto a profissional. Precisa ser competente ao conquistar uma amizade ou trabalho e mais competente ainda para mantê-los.

Do que adianta ter habilidade para fazer algo e não saber trabalhar em equipe. Também não adianta ter atitude de fazer tudo e não saber compartilhar saberes, agindo à moda antiga em que os chefes detinham o “poder” exatamente porque escondiam as informações e quando eles saiam de cena, mais ninguém sabia fazer nada na empresa ou não poderiam, enfim.

Algumas técnicas são fundamentais para ajudar neste processo como o famoso tripé de Izabel de Moura Sampaio que se compõe de conteúdo, forma e rede. Estes resultam no famoso Marketing Pessoal que chega para dar luz às suas competências. Revelar de modo organizado suas habilidades e atitudes e pode ser valioso, se bem utilizado.

De que adianta saber fazer e não saber mostrar que sabe. É nesta hora que entrar o marketing pessoal como um grande aliado. Vale ressaltar, que trata-se de um  erro crasso, tratar o marketing pessoal como um indutor de conduta ou técnica de persuasão. Ou seja, não adianta você montar um personagem perfeito e apresentá-lo ao mercado, mascarando falhas e incompetências porque certamente uma hora a máscara irá cair por terra. Estamos falando aqui em usar o marketing pessoal para ressaltar suas competência e não inventá-las.

Autora do livro, Marketing Pessoal: Quando o Produto é Você, Cláudia Mônica Ritossa afirma exatamente isto: devemos entender o marketing pessoal como “um conjunto de ações planejadas que facilitam a obtenção de sucesso pessoal e profissional”, seja para conquistar uma nova posição no mercado de trabalho, seja para manter sua posição atual.

Não confunda Marketing Pessoal com  Autopromoção

Há quem confunda marketing pessoal com autopromoção. Um grande perigo porque muitas vezes essa pessoa pode ser interpretada como arrogante. O ideal é quando o  marketing pessoal vem de berço e na maioria das vezes vem, no entanto, ele pode e deve ser desenvolvido ao longo de toda uma vida.

Quando a mãe diz ao bebê ao dar os primeiros passos: você consegue, continue assim. Ela está lhe ensinado a ser autoconfiante e mostrando que você pode conseguir algo mais. Quando o adolescente se arruma para uma balada e ela diz: Se arruma direito, está parecendo um mulambo. Ela provavelmente já está lhe preparando para se apresentar adequadamente para uma sociedade que vai analisar o seu perfil de acordo com sua vestimenta e aí lá vem a mãe novamente: Fala direito, se comporta, mais  respeito com o próximo, etc. Estas orientações servirão como base para os seu marketing pessoal. Afinal, através da aparência pode se passar uma imagem de sobriedade ou de desleixo, rebeldia; atrasos constantes para realização de tarefas ou em compromissos denotam um comportamento de descaso, de falta de compromisso; a comunicação excessiva, desmedida significa falta de profissionalismo, como também a falta de comunicação revela dificuldade de relacionamento.

Claudia alerta ainda que o marketing pessoal está relacionado com a essência do indivíduo, com suas experiências, com suas competências e habilidades. As regras de boa conduta servem para nos orientar no dia a dia e são essenciais para o marketing pessoal.

Em seu livro Plano de Marketing Pessoal: Você já Fez o Seu, a autora Eliane Maria Costa vai mais além ao afirmar que “ter planos escritos e revisados periodicamente aumenta muito as chances de atingir os objetivos propostos”. E sugere a observação de alguns itens para sua elaboração como: Ter autoconhecimento, ou seja, é preciso tomar consciência de sua missão, visão e valores; Conhecer seus pontos fortes (potencialidades) e fracos (limitações); Conhecer seu mercado de atuação para identificar oportunidades e ameaças; Definir objetivos e metas; decidir quais ações são necessárias para alcançar os objetivos e estabelecer prazos, controlar os resultados e revisar as metas.

Dine Estela, 16/05/2018

Prova Dissertativa sobre MARKETING PESSOAL, IMAGEM PÚBLICA E GESTÃO DE CARREIRA

MBA em Comunicação Eleitoral e Marketing Político  

Faculdade Estácio de Sá

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