Fenômeno político


Estou muito feliz de ter voltado para o meu querido Brasil para fazer uma campanha vitoriosa para o prefeito da minha cidade, Queimados, RJ. Vim com o maior prazer porque percebi que este político merecia uma segunda chance de governar nossa cidade. Parece que além de mim, 93,10% dos eleitores também observaram a mesma coisa e lhe deram mais esta chance de continuar seu trabalho. Max Lemos teve a segunda maior votação do Estado do Rio de Janeiro e uma das sete melhores do país.

Mesmo sendo o favorito na cidade, visto que, seu opositor estava com a “Ficha Suja” e impugnado nestas eleições, Max fez uma eleição com garra e agenda cheia. Mais parecia uma meia maratona até às urnas. Segundo suas próprias palavras. “Se o prefeito não se reelege é porque não fez o trabalho direito”. E quando se reelege, a responsabilidade dobra. Pode ser a “pá de cal” que faltava em sua carreira política ou o pódio para uma carreira política vindoura.

O desafio da cidade para este segundo mandato continua sendo a saúde e a assistência social. Mesmo tendo aumentado o atendimento de 5 mil para 13 mil famílias assistidas pelo Bolsa Família e inserido mais 7 mil famílias no Renda Melhor, também do GF, o prefeito precisa continuar a luta pelas obras do tão sonhado hospital geral da cidade, que agora será um centro especializado em cardiologia e neurologia, problemas que mais atingem os brasileiros. A verba já está garantida pelos governos Federal (80%) e no Estado (20%), que também vai realizar as obras. Saneamento básico e asfalto também são muito necessários na cidade que não chegou nem a um terço de suas ruas pavimentadas. Ainda faltam mais de 500 ruas.

A construção de creches também é uma grande necessidade de uma cidade que foi considerada durante muitos anos como “cidade dormitório”. A meta do prefeito é construir sete creches por ano e 21 ao final dos quatro anos, ou seja, se tudo der certo, em três anos a meta será cumprida. Esta façanha somente será possível se mantiver a parceria com o Governo Federal, que poderá enviar os recursos através do Programa Brasil Carinhoso. É o famoso “toma lá dá cá” de Patrícia Poeta. Se a cidade, se mantém nos compromissos políticos, continua na lista de prioridades do governo. Vide o exemplo do Governo do Estado que depois que parou com as brigas infundadas com o Governo Federal, saiu da décima sétima posição em investimentos para o primeiro lugar.

Ser parceiro, no entanto, não significa baixar a cabeça para as coisas erradas, o que o Estado não fez, vide a luta pelos royalties do petróleo através da campanha “O petróleo é nosso”, entre outras. Com Queimados não será diferente. Agora a cidade tem plenos poderes para cuidar da sua saúde através da saúde plena e pode reivindicar mais acesso aos recursos. Inclusive reivindicou que o Estado garantisse o pagamento dos médicos da UPA – Unidade de Pronto Atendimento, já que a capital pagava mais de R$15 mil por plantão e Queimados não chegava a sete mil reais. O que fazia com que os médicos não se mantivessem na cidade. Agora com a nova fonte de custeio, fica mais fácil manter uma grade de médicos por semana.

Mas para manter estas parcerias, sera necessário o “da cá” , leia-se: honrar seus compromissos administrativos; o que certamente será feito, visto que, a cidade não está mais no CALC – um tipo de SPC das prefeituras. Com as contas em dia e os projetos sendo executados no tempo certo, só resta correr para o “abraço”, rumo ao status de “Joia da Baixada”.

A Câmara Municipal de Queimados também deu uma boa renovada e medalhões da política não conseguiram voltar ao poder. Uma resposta dos eleitores nas urnas, que estavam indecisos quanto aos vereadores mesmo no dia das eleições, o que fez com que nomes novos aparecessem no cenário político como Morie (PV), Lúcio Mauro (PSDB) e o jovem Leo Guerra (PSDC).

Vereadores eleitos: Dr. Fátima (2.221 votos), Wilson do Três Fontes (1.800), Careca (1.775), Lúcio Mauro (1.726), Elton Teixeira (1.718), Getúlio do Tutu (1.697), Elerson (1.654), Antônio Almeida (1.640), Paulinho Tudo a ver (1.593), Milton Campos (1539), Nilton Moreira (1.450), Morie (1.285), e Léo Guerra (1.023).

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