Marketing societal (orientado para o bem-estar social)

O marketing societal chega como uma orientação inovadora em que uma empresa avalia em primeiro lugar os interesses dos consumidores-alvo para oferecer produtos e serviços de forma mais eficiente, eficaz e de maior valor do que seus concorrentes, mas, procurando tanto beneficiar o cliente quanto proporcionar o bem estar geral da sociedade. Kotler (KOTLER et al, 2010, p. 11) define essa estratégia como “atividade pela qual uma empresa pode construir uma relação ou parceria com a causa social, ou um número de causas, para benefício mútuo”. com base em questões éticas apoiadas em valores superiores.

Mas antes de iniciar nossa discussão sobre marketing como estratégia e aprofundar os estudos sobre sua estrutura, desenvolvimento e aplicação das suas técnicas específicas, é necessário entender como e quando surgiu esse processo e como ele vem se comportando ao longo do tempo.

Do ponto de vista histórico, marketing é originalmente um processo social pelo qual indivíduos e comunidades obtêm o que necessitam e desejam interagindo livremente com outras pessoas. Especialistas e autores como Kotler e Armstrong (2014) definem marketing como um processo de planejamento e elaboração criativa de ideias, bens e serviços e a subsequente determinação de preço, distribuição e promoção (comunicação de marketing), visando criar trocas que satisfaçam os clientes consumidores e, simultaneamente, os objetivos almejados pelas organizações.

Veremos também que o marketing se desenvolve intimamente relacionado com o meio ambiente. O ambiente de marketing representa uma mistura entre as forças internas e externas que rodeiam uma organização e têm impacto sobre ela, especialmente na sua capacidade de construir e manter relacionamentos bem sucedidos com os clientes-alvo. Fonte: Fonte: http://www.unc.edu/news/pics/ faculty/tawards/2004/armstron_gary.jpg

Vale ressaltar, que o ensino formal de marketing em nosso país começou na década de 1950 nessa mesma década, com cursos ministrados pela Escola Superior de Administração de Negócios e pela Escola Superior de Propaganda. Em 1960, E. Jerome McCarthy publica nos Estados Unidos o primeiro tratado de marketing – Basic Marketing: A Management Vision – onde propõe o famoso conceito do marketing mix ou composto de marketing, integrado pelos quatro Pês do marketing. A quarta edição desse livro foi traduzida para o português em 1971, e lançada no mercado brasileiro pela editora Zahar, com o título de Marketing Básico.

Mas a comercialização feita pelos seres humanos é remota e vem lá do mercantilismo nos séculos XVI e XVII caracterizados nas suas diversas formas: colonialista, financeiro, industrial, comercial e principalmente nas trocas de um produto por outro. Nesse sistema a principal figura é o comerciante, especialmente o exportador. Analisando-se a história do comércio, nota-se que o desenvolvimento comercial, a partir do século XII, já trazia o princípio da organização comercial que caracteriza a distribuição moderna de produtos, e um esboço inicial do conceito de marketing:

1. O produto, desenvolvido com características que o tornavam atrativo, inclusive com a assinatura do artesão fabricante como princípio de identificação de uma marca;

2. O preço de venda, estabelecido a partir da qualidade atribuída ao produto e a perícia do fabricante;

3. O ponto de distribuição, caracterizado pelas feiras da idade média para onde o produto era levado para sua comercialização.

4. A informação, ou comunicação do local onde era feita a comercialização, especialmente pela difusão da informação com a utilização de arautos (mensageiros) e da troca de informações boca a boca.

GRACIOSO (2007) nos mostra que no século XX, século da revolução de mercado, os Estados Unidos procuraram criar mercados novos, conduzindo a transformação de um mercado de vendedores para um mercado de compradores, e provocando a emergência do conceito de Marketing. Ainda, segundo GRACIOSO (2007), os estudos formais sobre comercialização foram surgindo. Em 1904, na Ohio State University, foi ministrado o primeiro curso de marketing, voltado para problemas agrícolas, com o título A Distribuição das Safras. Em 1908, Ana Jarvis lança nos Estados Unidos o Dia das Mães, data promocional comemorativa. De 1910 a 1930, aparecem as lojas de preço único.

Voltando a questão social do marketing. A definição social do marketing mostra a atividade como um processo social pelo qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam através da criação, oferta e troca de produtos e serviços de valor livremente entre as partes envolvidas (produtores e compradores).

Ainda, para Kotler e Armstrong (2014, p. 37): “Marketing é o desempenho das atividades de negócio que dirigem o fluxo de bens e serviços do produtor ao consumidor ou utilizador”. Os mesmos autores (2014, p. 37) afirmam também que: “Marketing é a entrega de satisfação para o cliente em forma de benefício e valor”.

Somando os conceitos anteriores, podemos entender marketing como um processo cuja essência é o desenvolvimento de trocas voluntárias promovidas entre clientes e organizações, com a finalidade de oferecer satisfação para ambos. Na compra de um Big Mag, por exemplo, o cliente fica satisfeito por comprar um lanche de seu gosto e a empresa pelo dinheiro arrecadado. Bom, pelo menos este seria o mundo ideal do marketing, mas na realidade vemos que não é bem assim que funciona e o cliente, na maioria das vezes, sai na desvantagem. Seja no preço, custo benefício e qualidade do produto X propaganda, ou seja, nem sempre o que se oferece na propaganda chega realmente na mesa do consumidor. Por tanto, ainda há muito para ser feito pelo “Marketing Social” que prima pelo bem estar da sociedade, convenhamos. Fonte: Meus estudos sobre Marketing Estratégico do curso de pós graduação e Marketing Político e eleitoral.

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