Mesquita prepara seus profissionais de Saúde para o atendimento à população LGBT+

November 7, 2019

 



Conversa sobre gênero e sexualidade aconteceu em Santa Terezinha e envolveu funcionários de várias unidades da rede municipal



A Secretaria Municipal de Assistência Social de Mesquita deu mais um passo na busca pelo tratamento médico adequado à população LGBT+ da cidade. Nesta segunda-feira, dia 4 de novembro, a Coordenadoria de Diversidade Sexual promoveu uma roda de conversa específica para profissionais da rede municipal de saúde. A ação aconteceu na própria Secretaria Municipal de Saúde, em Santa Terezinha, e teve como principal objetivo sensibilizar os presentes sobre os cuidados que a equipe deve ter ao atender a população trans do município.



“Sabemos que cada indivíduo tem a sua posição e sua opinião sobre diversos assuntos e isso não é diferente no que diz respeito às questões de gênero e sexualidade. Porém, não podemos deixar que isso prejudique o acesso de quem quer que seja à saúde”, avalia Erika Rangel, secretária municipal de Assistência Social de Mesquita.



Coordenadora de Diversidade Sexual da cidade, Paulinha Única foi a anfitriã do encontro. E, na condição de mulher trans, expôs as consequências da falta de atendimento adequado aos cidadãos trans. “Quando não damos o devido respeito à população trans, estamos afastando essas pessoas da rede e, com isso, deixando-as vulneráveis a problemas que podem ser facilmente evitados com atendimento preventivo. Ou, pior: desestimulando-as a buscarem tratamento para alguma doença que já tenham”, frisou Paulinha.



Palestrante convidada pela Assistência Social de Mesquita para a sensibilização, Laura Mendes contou algumas situações que já enfrentou na busca pelo atendimento adequado em unidades de saúde brasileiras. Para ela, algumas pessoas se deixam levar por crenças religiosas ou valores próprios. “Algumas pessoas têm preconceito e não conseguem separar isso na hora do trabalho. Não importa se a sua religião ou seus valores morais condenam algo ou não. Isso não pode determinar o respeito que será dado a um cidadão que precisa de atendimento médico e que merece atenção”, orientou Laura.



O escritor e homem trans Jordhan Lessa também foi convidado pela Assistência Social de Mesquita para palestrar na ação. E lembrou de uma situação curiosa em relação à questão do nome social. “Uma vez uma pessoa me questionou se um CPF era verdadeiro, porque constavam dois nomes ali: o de registro e o social. Muita gente nunca viu um documento oficial que contenha o nome social do cidadão. E se a pessoa tem aquele documento, é porque ela deseja e tem o direito de ser chamada pelo nome que consta ali”, destacou.

Foto: Márcio Maio/PMM 

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